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Superlotação no HUOP: bebê foi atendido por horas dentro de ambulância na porta do hospital

Redação Tarobá News

Imagem: Consamu

A superlotação nos hospitais públicos e privados de Cascavel vem causando transtorno para quem precisa de atendimento. Na tarde desta segunda-feira (16), uma bebê com suspeita de dengue foi atendida por horas dentro de uma ambulância por falta de vaga no Hospital Universitário do Oeste do Paraná.

A paciente foi transferida de Cafelândia pelo aeromédico do Consamu até Cascavel. De acordo com o Consamu, o hospital não recebeu a criança alegando não ter vaga e poucos profissionais pediatras, veja a nota:

O Hospital Universitário do Oeste do Paraná é referência regional em atendimento pediátrico de emergência. Na tarde desta segunda-feira (16), o Aeromédico do Consamu/Governo do Estado/Sesa transportou um bebê do sexo feminino, com sintomas de dengue, do município de Cafelândia ao HUOP, em Cascavel. No momento do pouso da aeronave, a criança não pode dar entrada no hospital, sob justificativa de acúmulo de pacientes e reduzida quantidade de profissionais pediatras. Todavia, independentemente da internação hospitalar, todo atendimento necessário foi dispensado pela equipe de solo da USA (Unidade de Suporte Avançado) até que a vaga fosse disponibilizada pela unidade hospitalar, o que o ocorreu por volta das 16h.

O Hospital Universitário também se manifestou sobre o caso:

O Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) informa que está com seis pacientes internados na sala de emergência do Pronto Socorro, onde são admitidos pacientes graves. A capacidade é para três pacientes, sendo assim, não há espaço físico para novas admissões.

Dos seis pacientes internados, dois são crianças, a qual o Núcleo Interno de Regulação está tentando realizar a transferência, para que então, possa ser realizada a admissão do bebê encaminhada pelo helicóptero do Consamu. Vale ressaltar que este paciente foi transferido com vaga 0, ou seja, não havia vaga para a internação. ´

Mesmo superlotado, a equipe do Huop está se desdobrando para realizar transferências internas e abrir espaço para a admissão e atendimento do paciente.

Na semana passada o Grupo Tarobá de Comunicação mostrou que além do aumento da demanda de pacientes que buscam atendimento nas upas de Cascavel, o número de pacientes internados nas unidades também contribui para a longa espera por consultas. Esses pacientes que estão internados nas UPAs deveriam estar nos hospitais, mas não há vagas. Uma semana depois o cenário segue o mesmo.

Veja a matéria:

Superlotação em hospitais continua e há mais de 140 pacientes internados em UPAs de Cascavel

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